
Não é o tempo que me aflinge. Não Fujo dele.
Eu me derramo em seus braços e me deixo levar pelos seus ventos,
pelas suas tempestades, pelos seus nortes e estações...
Eu me deixo marcar pelo seu lápis implacável e deixo que ele
desenhe em minha pele o formato das horas, dos dias, da sua própria eternidade.
Eu me ponho nas mãos dele. Confio no tempo pois sei que ele é sábio.
Não o temo.
O que me aflinge é tudo aquilo que fica pelo caminho, inevitavelmente.
Tudo o que fica pra trás, tudo o que eu perco enquanto ele passa, enquanto espero.
No fim, sou mesmo como um planeta sendo dizimado aos poucos por
mãos desatentas, invadido por olhos não mansos.
Um planeta escaziado, entrando em extinção. Com saudades de mim.
O que me aflinge é ser assim, descartável, tão finita.
Tão inevitavelmente esquecível.
O que me dói é ver as coisas indo embora, mesmo tendo lutado tanto. (Em vão).
Não. Eu não fujo do tempo. Sou amiga dele, acredite...
Embora ele me arranque as coisas às vezes.
Eu o respeito. Eu o sinto.
Eu apenas desejo que meus pés sempre me levem para o melhor caminho possível.
Escolho as minhas estradas pelas cores de suas pedras, não pela sua extensão.
E enquanto sigo pela estrada que escolhi, quero mais é recolher a vida,
derramada no chão parte por parte, pelo caminho...
Porque um dia o tempo arrancará isso também.
E eu escolhi existi! No caminho, na vida, na eternidade.
Embora muito, embora o tempo...
Eu me derramo em seus braços e me deixo levar pelos seus ventos,
pelas suas tempestades, pelos seus nortes e estações...
Eu me deixo marcar pelo seu lápis implacável e deixo que ele
desenhe em minha pele o formato das horas, dos dias, da sua própria eternidade.
Eu me ponho nas mãos dele. Confio no tempo pois sei que ele é sábio.
Não o temo.
O que me aflinge é tudo aquilo que fica pelo caminho, inevitavelmente.
Tudo o que fica pra trás, tudo o que eu perco enquanto ele passa, enquanto espero.
No fim, sou mesmo como um planeta sendo dizimado aos poucos por
mãos desatentas, invadido por olhos não mansos.
Um planeta escaziado, entrando em extinção. Com saudades de mim.
O que me aflinge é ser assim, descartável, tão finita.
Tão inevitavelmente esquecível.
O que me dói é ver as coisas indo embora, mesmo tendo lutado tanto. (Em vão).
Não. Eu não fujo do tempo. Sou amiga dele, acredite...
Embora ele me arranque as coisas às vezes.
Eu o respeito. Eu o sinto.
Eu apenas desejo que meus pés sempre me levem para o melhor caminho possível.
Escolho as minhas estradas pelas cores de suas pedras, não pela sua extensão.
E enquanto sigo pela estrada que escolhi, quero mais é recolher a vida,
derramada no chão parte por parte, pelo caminho...
Porque um dia o tempo arrancará isso também.
E eu escolhi existi! No caminho, na vida, na eternidade.
Embora muito, embora o tempo...
pois, simplismente quero vc para sempre ao meu lado, pra tudo com tudo beijos
ResponderExcluirte amo!!!!!!!!!!