quarta-feira, 30 de setembro de 2009


Seguir o curso das coisas,
Render-se de boa vontade à razão,
curvar-se e aceitar
o fim de um amor ou de uma estação!...
.
[Robert Frost]

terça-feira, 29 de setembro de 2009

...E penso que ninguém completa alguém que não está disposto a completar-se a si mesmo, e que é egoísmo achar que felicidade é só ter alguém pra chamar de seu, e que auto-piedade faz alguém mais feliz...


'...Sei lá, tem sempre um pôr-do-sol esperando para ser visto, uma árvore, um pássaro, um rio, uma nuvem. Pelo menos sorria, procure sentir amor. imagine. invente. sonhe. voe. Se a realidade te alimenta com merda, meu irmão, a mente pode te alimentar com flores. Eu não estou fazendo nada de errado. Só estou tentando deixar as coisas um pouco mais bonitas.'

[C.F.Abreu]

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

O amor não acaba, nós é que mudamos...



Um casal vive uma intensa relação de amor, e depois de algum tempo se separam, cada um vai em busca do próprio caminho, saem do raio de visão um do outro. Que fim levou aquele sentimento? O amor realmente acaba?

O que acaba são algumas de nossas expectativas e desejos, que são subtituídos por outros no decorrer da vida. As pessoas não mudam na sua essência, mas mudam muito de sonhos, mudam de pontos de vista e de necessidades, principalmente de necessidades. O amor costuma ser amoldado à nossa carência de envolvimento afetivo, porém essa carência não é estática, ela se modifica à medida que vamos tendo novas experiências, à medida que vamos aprendendo com as dores, com os remorsos e com nossos erros todos. O amor se mantém o mesmo apenas para aqueles que se mantém os mesmos.

Se nada muda dentro de você, o amor que você sente, ou que você sofre, também não muda. Amores eternos só existem para dois grupos de pessoas. O primeiro é formado por aqueles que se recusam a experimentar a vida, para aqueles que não querem investigar mais nada sobre si mesmo, estão contentes com o que estabeleceram como verdade numa determinada época e seguem com esta verdade até os 120 anos. O outro grupo é o dos sortudos: aqueles que amam alguém, e mesmo tendo evoluído com o tempo, descobrem que o parceiro também evoluiu, e essa evolução se deu com a mesma intensidade e seguiu na mesma direção. Sendo assim, conseguem renovar o amor, pois a renovação particular de cada um foi tão parecida que não gerou conflito.

O amor não acaba. O amor apenas sai do centro das nossas atenções. O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e a gente avança porque é da natureza humana avançar. Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice. Paixão termina, amor não. Amor é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaços, enquanto for bem-vindo, e que transferimos para o quartinho dos fundos quando não funciona mais, mas que nunca expulsamos definitivamente de casa.

Martha Medeiros

... O Inferno não aguenta tinta



"O meu fim evidente era atar as duas pontas da vida e restaurar na velhice a adolescência. Pois, senhor, não consegui recompor o que foi nem o que fui. Em tudo, se o rosto é igual, a fisionomia é diferente. Se só me faltassem os outros, vá, um homem consola-se mais ou menos das pessoas que perde; mais falto eu mesmo, e esta lacuna é tudo. O que aqui está é, mal comparando, semelhante à pintura que se põe na barba e nos cabelos, e que apenas conserva o hábito externo, como se diz nas autópsias; o interno não aguenta tinta."

Dom Casmurro - Machado de Assis

sábado, 26 de setembro de 2009

O Sopro

O que fazes ainda preso?
Mudo e inerte...
O mal te venceu
Domina ao teu redor
Desprenda-se
As teias não são feitas de aço
Lute
O caminho pode ser fácil
Há beleza em torno de ti
Eu vejo por aqui
Árvores mágicas entre os fios
Eu tenho o que te falta
Sementes nem tão raras
Apenas sopro...
Lanço ao ar a minha fé
Dissipo a fumaça que quer te envolver
A cada sopro, um novo passo.
Mais um fio derrubado
Aos sopros, aos poucos.
Teu ser é libertado
Individualidade merecida.
Distroi-se a teia de agonias.
Um sopro, um novo destino.
Nem sempre, pode se seguir sozinho.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009


"Flores ao vento, na cortina da janela, cores da primavera."



São nuvens de primavera.

E aqui dentro do peito chega ao fim a tempestade.

Quero mais daqueles horizontes que ofuscam os olhos.

Calma, as nuvens estão se dissipando, quase posso ver o sol dinovo.

E hoje aquela tal de felicidade bateu em minha porta. Resolvi deixá-la entrar.

"Será magia, miragem, milagre... Será mistério..."

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Primavera

Cecília Meireles

A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.
Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.
Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas azuis e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.
Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.
Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.
Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.
Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.
Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.
Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.

Texto extraído do livro "Cecília Meireles - Obra em Prosa"

Eis que chega a primavera, a mais bela e intensa das estações e com ela, dias de paz.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Saber Amar


A crueldade de que se é capaz.
Deixar pra trás os corações partidos.
Contra as armas do ciúme tão mortais.
A submissão às vezes é um abrigo
Saber amar
Saber deixar alguém te amar
Há quem não veja a onda onde ela está
E nada contra o rio
Todas as formas de se controlar alguém
Só trazem um amor vazio
Saber amarSaber deixar alguém te amar
O amor te escapa entre os dedos
E o tempo escorre pelas mãos
O sol já vai se pôr no mar
Saber amar
Saber deixar alguém te amar
Há quem não veja a onda onde ela está
E nada contra o rio
Todas as formas de se controlar alguém
Só trazem um amor vazio
Saber amar
É saber deixar alguém te amar.
Paralamas do Sucesso
[...]
E aqui termina mais uma edição da minha vida...

Algo imerso nesse monte de vida.
Com gosto de fruta nova, coisa florida...


segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Que tal?


Eu preciso de amor, não desse que me preenche, que me é comum e conhecido, mas desse feito mesmo do desperdício, do excesso e de tudo mais que irrite o ouvido do desamor.

(que me embale quando estralar as pestanas, todas as vezes)

Eu quero um grande amor, e os pequenos também.

[Eu te amo, eu sei. Depois disso nada é o mesmo. Já não é há muito tempo].

Que tal começarmos a escrever uma bela história de amor?




sábado, 19 de setembro de 2009

?


Por quem você iria até o fim do mundo?

Assustada!


Nem sei se assustada é a palavra certa.
Estou chocada, alucinada, consternada.
A idéia me veio como um lampejo, ou uma pedra na janela de um desconhecido qualquer.
O coração foi a mil e me dei a pensar.
Tempestades tórridas de pensamentos despencaram na minha cabeça.
6:47 da manhã, nada de sono.
E medo... muito medo.
Descobri hoje que não sei NADA da vida. Que meus conceitos viraram pó e se perderam no vento.
Descobri que não conheço as pessoas. (Nem nunca conheci).
Eu estava errada, o tempo todo.
Resolvi, digamos assim, fazer uma pesquisa mental.
Desconhecia o passado, o presente... e futuro (Ah, esse ai nem Mãe Diná). Tudo.
E então a descoberta assustadora:
Não é procrastinação... nunca foi!!!
Não parece, mas é absurdo pra mim!
Mas não era...
O nome disso é hábito!!!
Sempre foi assim... Mas um sempre de longas datas... Antes de mim, antes de tudo.
Mas é um hábito estranho, diga-se, de passagem.
Tava lá... Tudo... Desde sempre.
Eu nunca vi, eu nunca percebi.
Tava tudo, lá naquele caixote.
Escondido a mil chaves.
Ou escancarado.
Mas nunca havia olhado naquela direção.
Um mundo velho (ou novo pra mim). Se escondia no passado.
Estou assustada... É um medo inenarrável.
Quanto tempo se passou?
E eu não sabia de nada!!!
Desconheçia. Tudo!
Que coisa, não?
E agora o que fazer com as tempestades tórridas?
To comprando um submarino. Daqueles com blindagem até no olho biônico (ou seja lá qual for o nome daquilo).
Não dá mais pra andar de bote.
Não sou peixe, água nunca foi meu forte mesmo.
A primavera tá ai... Ah, essa sim tem tempestade de cores (gosto muito). (Não, não me refiro à pessoas, só as cores mesmo. Como a menina que roubava livros.)
E minha memória? Não. Não é de peixinho dourado.
E a vida segue, sabe porque?
Porque ela sempre segue.
Simples não?
É como as descobertas, quando são feitas sempre tem um que diz:
Porque que eu não pensei nisso antes?
Então... Meus passos foram de tartaruga... Não as gigantes, aquelas pequeninas mesmo.
Mas enfim (caminhadas) nunca tem fim.
E sabe o melhor disso tudo?
Descobri que não era eu!!!
Nem nunca foi.
Lembra o que eu disse lá em cima? Sobre o hábito.
Então... A culpa é dele!
Mas o que alivia, é saber que ele não é meu!
Viver é multiplicar-se,
Vivo em constante mutação.
Não sei se fico feliz, ou se fico triste.
Calma, um sentimento por vez.
Preciso a principio processar o susto.
Depois a gente vê o que faz.
Não não... Nada de procrastinação.
Só análise sintática mesmo.
Eis que o tempo me pregou mais uma peça.
Tarda mais não falha.
Até lerdeza tem limites.
Tive uma professora no segundo ano que sempre dizia: Abra os olhos Vanessa.
É gente, isso agora faz sentido.
Não é que dormi demais?
Mas quem me conhece sabe...
O despertador toca, toca, toca...

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

A espera...


E de que valeu tanto espera?
de que valeu tanto esforço?
Pra no fim ser taxada de causa de todos os problemas e infelicidades alheias?
Não, não... Muito obrigada.
Não acho justo, não acho válido.
Que fique aqui a minha indignação/frustração!

E que seja muito muuuuuuuito feliz, como sempre foi antes de eu surgir.

Resolvido todos os problemas?
Então agora! Ponto Final.

Se é minha presença que incomoda, então SE JOGA!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Migalhas!


Sinto muito mas não vou medir palavras
Não se assuste com as verdades que eu disser
Quem não percebeu a dor do meu silêncio
Não conhece o coração de uma mulher
Eu não quero mais ser da sua vida
Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor
Quero ser feliz
Não quero migalhas do seu amor
Do seu amor

Quem começa um caminho pelo fim
Perde a glória do aplauso na chegada
Como pode alguém querer cuidar de mim
Se de afeto esse alguém não entende nada
Eu não quero mais ser da sua vida
Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor
Quero ser feliz
Não quero migalhas do seu amor
Do seu amor

Não foi esse o mundo que você me prometeu
Que mundo tão sem graça
Mais confuso do que o meu
Não adianta nem tentar
Maquiar antigas falhas
Se todo o amor que você tem pra me oferecer são migalhas
Migalhas

Eu não quero mais ser da sua vida
Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor
Quero ser feliz
Não quero migalhas do seu amor
Do seu amor
Sinto muito mas não vou medir palavras
Sinto muito

--- Migalhas ---- Simone

E Fim...

Os Girassóis só duram uma estação!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Cansa!


Não existe crueldade maior do que matar alguém aos pouquinhos.
Uma dor diferente a cada dia.
Um corte diferente a cada dia.
Eu to cansada disso.
Muito cansada.
Então faça-me um grande favor
Mata logo de uma vez!
Um tiro certeiro, um raio, seja lá que for, mas que seja de uma única vez, porque eu não aguento mais ficar sangrando deste jeito.

Tudo que você podia ser...


Tudo que você podia ser.

[Milton Nascimento]

Com sol e chuva você sonhava
Que ia ser melhor depois
Você queria ser o grande herói das estradas
Tudo que você queria ser
Sei um segredo você tem medo
Só pensa agora em voltar
Não fala mais na bota e do anel de Zapata
Tudo que você devia ser sem medo
E não se lembra mais de mim
Você não quis deixar que eu falasse de tudo
Tudo que você podia ser na estrada
Ah! Sol e chuva na sua estrada
Mas não importa não faz mal
Você ainda pensa e é melhor do que nada
Tudo que você consegue ser ou nada.


Olha, o céu tá todo azul, é a primavera querendo se anunciar.
Você vai ver? Ou vai ficar aí sentada esperando que ela passe sem você notar?
Sinta!


segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Caso contrário - Tchau!



"Não me venha com meios-termos,
com mais ou menos
ou qualquer coisa.
Venha à mim com corpo, alma,
vísceras, tripas e falta de ar".
Caio Fernando Abreu

domingo, 13 de setembro de 2009

Cobertor de Girassóis


Nosso caminho
Nosso Filme
Nossa história
Cobertor de Girassóis
Ora vontade
Ora saudade
Querer mais que bem querer
Alá Camões
Alá canções
Misto de sentir
Ser, estar, dividir, compartilhar
Quero, sinto, sigo, amo.
Exagerado, intenso
Respiro, procuro
Ausência dispersa
Presença homérica
Desejo excruciante
Sede insaciável
Alá Clarice
Alá Caio
Negativo niilismo
Grito afônico
Necessidade incessante
Veemência da entrega
Seu sorriso
O paraíso
Seu gosto
Minha essência
Seu toque, meu toque
O encaixe
Seu tom
Vida minha
Nossa rima
Amor meu.

Vanessa Julidori

"Sou dela, sem ela.
Não sou!
Porque eu preciso dela.
Só dela, com ela,
Eu vou!"
[Nando Reis]

sexta-feira, 11 de setembro de 2009




Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças

Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças

sinopse

Joel (Jim Carrey) e Clementine (Kate Winslet) formavam um casal que durante anos tentaram fazer com que o relacionamento entre ambos desse certo. Desiludida com o fracasso, Clementine decide esquecer Joel para sempre e, para tanto, aceita se submeter a um tratamento experimental, que retira de sua memória os momentos vividos com ele. Após saber de sua atitude Joel entra em depressão, frustrado por ainda estar apaixonado por alguém que quer esquecê-lo. Decidido a superar a questão, Joel também se submete ao tratamento experimental. Porém ele acaba desistindo de tentar esquecê-la e começa a encaixar Clementine em momentos de sua memória os quais ela não participa.

"Porque às vezes, eu queria me chamar Clementine, ter o cabelo laranja e apagar um pedaço da minha memória. Deletar o que não se deve / se quer / se pode lembrar. Assim: pra sempre."


E a frustração volta a reinar!



quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Lendas!



"As vezes, tenho pra mim que tartarugas gigantes são apenas lendas"


=S

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

À Minha menina...


Bem Que Se Quis

Bem que se quis

Depois de tudo
Ainda ser feliz
Mas já não há
Caminhos prá voltar
E o quê, que a vida fez
Da nossa vida?
O quê, que a gente
Não faz por amor?...

Mas tanto faz!
Já me esqueci
De te esquecer
Porque!
O teu desejo
É meu melhor prazer
E o meu destino
É querer sempre mais
A minha estrada corre
Pro seu mar...

Agora vem, prá perto vem
Vem depressa, vem sem fim
Dentro de mim
Que eu quero sentir
O teu corpo pesando
Sobre o meu
Vem meu amor, vem prá mim
Me abraça devagar
Me beija e me faz esquecer...

Bem que se quis
Depois de tudo
Ainda ser feliz
Mas já não há
Caminhos prá voltar
E o quê, que a vida fez
Da nossa vida?
O quê, que a gente
Não faz por amor?...

Mas tanto faz!
Já me esqueci
De te esquecer
Porque!
O teu desejo
É meu melhor prazer
E o meu destino
É querer sempre mais
A minha estrada corre
Pro seu mar...

Agora vem, prá perto vem
Vem depressa, vem sem fim
Dentro de mim
Que eu quero sentir
O teu corpo pesando
Sobre o meu
Vem meu amor, vem prá mim
Me abraça devagar
Me beija e me faz esquecer...

Bem Que Se Quis!...

"Fica decretado que, a partir deste instante,
haverá girassóis em todas as janelas,
que os girassóis terão direito
a abrir-se dentro da sombra;
e que as janelas devem permanecer, o dia inteiro,
abertas para o verde onde cresce a esperança." (C.F.A)

Quando você está do meu lado sei que existem estrelas de leite condensado girassóis de porcelana e bonecas de cabelo enrolado... Você vai ser a mocinha do meu primeiro filme falado.