
Como deve ser ter o mundo nas mãos?
Ter as pessoas aos seus pés?
Ter sentimentos a mercê das suas vontades?
Como é poder escolher o que fazer?
com você, com o mundo, com as pessoas?
Qual é a cara dessa terrível sensação que te limita a ser?
Como é isso de não fazer questão?
Qual é o sentido de distribuir migalhas?
Eu não sei nada da vida, nada das pessoas.
O tempo passa e as respostas não chegam.
Por fim a única conclusão disso tudo, é que:
Há pessoas que simplesmente não se importam!
Minhas saídas são tão óbvias, e insistentemente perco as chaves das portas.
Suas saídas são tão claras, e insistentemente você prefere não se mover.
Esse maldito comodismo, essa maldita conformidade, esse tremendo desdém,
A Injustiça, a ignorancia, a inércia, a insatisfação, a impaciência, o desrespeito.
Nunca li em lugar algum que essas coisas, em qualquer das suas definições, sejam sinônimos de amor.
O mundo tá se transformando e dia a dia se torna mais pavoroso aos meus olhos.
Eu só queria um poupo de paz, e isso SEMPRE foi pedir demais.
Preciso de alguém que se importe e não que somente me feche as portas.
Tá tudo escuro aqui dentro. Não sei pra que lado fica a luz.
E tenho muito, muito medo de nunca achar as saídas.
Alguém por favor, me devolva as minhas chaves.
Eu só quero voltar pra casa agora.
Preciso de uma luz, nem que seja a do poste na janela...
Quero crer em alguma coisa.
...Eu tenho medo do escuro
Tenho medo do inseguro...
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