Preciso de outro argumento pra negociar com a dorseja que argumento for, que fale do meu cansaço
que não fui, nem sou de aço, que os meus ombros se cansaram
que as exigências não param, que a vida atropela, pisa,
que minha cabeça precisa, de um colo acolhedor
que ter coração assim, tão amador, é como, sem anestesia,
arrancarem, por covardia, a pele toda da gente
e não há humano no mundo, que suporte, lá no fundo
sendo em um instante dor, nesse instante, ser sorridente.
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